Submit A Última Vingança

Nunca
olhe para trás
é que você sinta medo.

As flores da morte

Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um
hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse
que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que
ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada.

Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem
flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse
ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas
se estivesse próxima sua morte.

Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um
maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como
“mãe da Berenice”. Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo
acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas,
sem saber do pedido da filha feito em oração.

Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia
trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu
responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos.

A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher
entrando ou saindo.

Fonte : http://www.sobrenatural.org/conto/detalhar/11732/10_contos_de_terror/

Posted 11 February 2012, 3 months ago | 2 notes
  1. ghosts-of-dark reblogged this from thelastvengeance
  2. primei-ros-erros reblogged this from thelastvengeance
  3. thelastvengeance posted this
Ele tinha três anos e não dormia sem que antes os pais olhassem debaixo da cama. Posteriormente, passou a não querer mais adormecer com as luzes apagadas, o que deixava o pai, um economista, muito enfurecido ao ver as contas de luz no fim do mês. A mãe intervinha, a favor do filho: "deixe estar, é só uma fase".

Mas os anos se passaram.

O menino já tinha sete anos, porém sua fobia do escuro e de algo incompreensível que alegava existir debaixo da cama continuava.

Os pais levaram o menino a muitos psicólogos - nenhum conseguiu descobrir de que ele sofria - assim, as luzes continuavam acesas à noite, e o fundo da cama continuava a ser inspecionado minuciosamente.

Mudaram a cama de lugar, mudaram o menino de quarto, mas o medo continuava, cada vez mais forte.

Um dia, o pai teve uma idéia - tratamento de choque - ele dissera.

Às nove horas, o pai saiu e desligou a energia da casa, simulando um blackout.

A mãe fingiu não encontrar velas ou fósforos, e foi com dor no coração que conduziu o choroso filho ao quarto. Colocou a criança na cama - ele estava apavorado e pedia desesperadamente à mãe que ficasse por ali. A mãe endureceu o coração e disse que não, saindo, com pena e fechando a porta.

O menino ficou ali, sozinho, com seu maior medo. Ele estava paralisado, gelado de pavor. Não tinha força sequer para se levantar e sair correndo.

Ele continuou parado, alerta, olhos arregalados, adrenalina fluindo.

O relógio da sala deu dez badaladas. O menino continuava atento - ouvia os pais conversando na sala.O relógio da sala deu onze badaladas. Agora ouvia apenas os sons noturnos: uma sinfonia de grilos e o silêncio mórbido que a noite trazia.

O relógio da sala deu doze badaladas. Afinal, o menino foi se acostumando ao silêncio e à escuridão e foi entregando-se ao cansaço. Suas pálpebras iam se fechando quando ele ouviu um barulho - vindo de debaixo da cama. Despertou sobressaltado. Uma mão de unhas longas e pele áspera agarrou-lhe o tornozelo, tentou gritar, sem sucesso. A voz não lhe saía. Não tinha forças para se livrar daquela criatura ressequida e horrenda que tentava arrastá-lo para debaixo da cama. Tentou ainda agarrar-se ao tapete - em vão. Olhou para trás e divisou o rosto grotesco de olhos brilhantes e presas pontiagudas que sorria para ele. Foi arrastado e mergulhou na escuridão, chorando

* * * * *

Ele não entendia o que havia acontecido - acordou no escuro, embaixo da cama. Tentou sair e percebeu que aquele não era o seu quarto - viu que neste as paredes eram cor de rosa e havia ursinhos de pelúcia.

Colocou a mão para fora, tateando na escuridão e encontrou um tornozelo fino.Olhou em cima da cama e viu uma menina de cabelos negros, que o fitava com os olhos enormes cheios de terror.

Só então reparou nas suas mãos: outrora infantis e claras, elas agora pareciam ressequidas e cobertas de veias salientes, com enormes unhas negras.

Tentou dizer à assustada garotinha que precisava de ajuda, mas descobriu que não tinha mais voz. O máximo que conseguia fazer era sorrir, grunhir e assoviar com sua língua bifurcada e seus dentes pontiagudos. Nesse momento, a garotinha começou a gritar...

Sem escolha, para fazê-la calar-se, ele a puxou, arrastando-a para a escuridão.

Horrorizado, percebeu que encontrou conforto e prazer em arrastar outra criança para a mesma situação que vivera.

Um ricto horrível tomou conta de sua face disforme, e rastejando na escuridão, o antigo menino que tinha medo do desconhecido pensou: "nada mal para o meu primeiro dia como o monstro debaixo da cama".

Via: contosfantasticos.com.br

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; alguns detalhes da heylove e elasocurtejackdaniels; não seja um filho da puta, crie vergonha nessa sua cara, e faça o favor de não copiar nada aqui. Obrigado rsrs
contador gratuito de visitas